Nos últimos dias, algo muito especial começou a acontecer dentro de mim. Não foi uma mudança brusca, não foi um evento extraordinário… foi um despertar silencioso, profundo, daqueles que a gente não consegue colocar em palavras com facilidade. Mas eu senti. E quando senti, entendi que minha vida estava mudando de dentro pra fora.
Percebi que a felicidade não começa quando algo grande acontece, ela começa quando a gente escolhe enxergar as pequenas maravilhas do nosso dia. O café servido na taça, a luz da manhã atravessando a janela, o silêncio que acolhe antes do mundo começar a chamar. Coisas simples… mas que carregam uma energia enorme.
E foi nesse espaço de quietude que caiu a ficha:
eu não sei tudo, e tá tudo bem.
Pela primeira vez, isso não soou como fraqueza. Soou como liberdade.
Entendi que cada pessoa enxerga o mundo a partir da sua própria história, e que não existe certo ou errado, apenas pontos de vista. E nesse entendimento, algo em mim se soltou. Uma expectativa, um peso, uma necessidade de ter razão ou de ser compreendida o tempo todo.
Eu simplesmente… me libertei.
E quando a gente se liberta, vem junto um sentimento tão bonito que quase não cabe no peito. Uma mistura de alegria, gratidão, amor e aquele choro que não dói, cura. Aquele choro que diz: “agora sim, tu tá no caminho”.
Passei anos querendo agradar, caber, corresponder… até descobrir que o maior presente que posso me dar é ser exatamente quem eu sou.
E isso não tem preço.
Isso é abundância.
Isso é plenitude.
Hoje eu consigo olhar para trás e reconhecer cada conquista, cada passo, cada transformação. Meu lar, minhas escolhas, meu crescimento pessoal, minha forma de pensar. Eu não sou mais a mesma, e graças a Deus por isso.
Eu mudei.
E continuo mudando, todos os dias.
A vida é perfeita nos pequenos detalhes, e quando a gente começa a ver isso, tudo se encaixa.
Cada situação ganha sentido.
Cada desafio vira chave.
Cada dor vira aprendizado.
E cada gratidão vira uma porta aberta.
Agora eu entendo quando dizem que a verdadeira abundância não está no que a gente tem, mas no que a gente sente. Porque o que eu sinto hoje… não há dinheiro no mundo que pague.
E o mais lindo de tudo é que esse é só o começo.
Quanto mais eu descubro sobre mim, mais a vida se revela.
Mais eu percebo que posso ser o que eu quiser.
Mais eu sinto que estou exatamente na fase mais linda da minha jornada.
Se eu pudesse te deixar um recado, seria esse:
Se permita sentir.
Se permita aprender.
Se permita mudar.
E, principalmente, se permita ser livre.
A vida começa quando a gente escolhe viver de verdade.
— Diário de Elis

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