Domingo à noite, tudo estava em ordem: mochila pronta, mente tranquila, coração leve. Eu realmente achava que começaria a semana com o pé direito. Mas no meio da madrugada, o inesperado: um resfriado forte e um sono inquieto. Acordei mal, mas ainda assim, fui treinar. Tentei seguir a rotina como de costume, mas bastou um rola pra entender… que não dava. Meu corpo gritava por pausa.
No trabalho, fui me arrastando até não dar mais. Conversei com minha chefe, fui pra casa, preparei um chá e me entreguei ao descanso — aquele sono bom, que cura de dentro pra fora. Deixei o despertador programado pra retornar no horário combinado, e graças a Deus, melhorei. Levantei melhor, tomei um café, consegui atender um pedido da Hellen com leveza e até finalizei umas pendências do trabalho extra.
Hoje acordei mais disposta, estou aqui firme na rotina. Só decidi não ir ao treino, porque essa gripe é daquelas que ninguém merece pegar. Fico pensando nos colegas de ontem, se sem querer acabei expondo alguém… Mas eu juro que não sabia. Fui piorando aos poucos, ao longo do dia. E isso me ensinou uma coisa: Nem sempre dá pra manter o ritmo. O corpo fala. E quando a gente escuta, tudo flui.
Agora são 21:17. Estou em casa, fechei o dia com produtividade, entrega e até recebi um aperto de mão em reconhecimento pela ideia que tive pro setor. Me senti valorizada, e isso aquece a alma. Daqui a pouco vou assistir minha aula da faculdade — hoje é só a abertura do novo semestre, um bate-papo leve, mas simbólico.
E assim encerro a noite: com gratidão no peito e a certeza de que cuidar de mim também é uma forma de seguir em frente com mais força.
✨ Que eu siga honrando meus limites, escutando meu corpo e me tratando com o mesmo carinho que tenho com o mundo. ✨
Obrigado ☺️