Hoje levantei para o treino, como sempre, mesmo com o corpo pesado e o coração apertado. Lá, eu sorri, brinquei, me movimentei… mas por dentro, a dor da perda da minha prima Sheila ainda pulsava silenciosamente.
Depois do treino, no banho, tudo veio à tona. As lágrimas caíram sem que eu pudesse controlar. Foi ali, sozinha, que reconheci: eu não estou bem. E está tudo bem não estar.
O luto nem sempre grita. Muitas vezes, ele se esconde atrás de uma rotina que tenta seguir. Por fora, tudo parece normal. Por dentro, é como se algo estivesse faltando.
Eu tenho essa maneira silenciosa de viver a dor. Prefiro ocupar a mente, seguir em movimento. Mas meu corpo sentiu — a pressão alta de ontem foi o sinal que eu precisava para me acolher de verdade.
Se você também vive suas dores em silêncio, saiba que não está só. Cada um sente à sua maneira. E sentir, mesmo que escondido, também é amor, também é cuidado, também é verdade. 🤍
Escrever esse texto me trouxe alívio. Talvez, ler ele possa trazer o mesmo pra você.
🌿 Considerações finais
Nem sempre quem sorri está bem. Nem toda dor precisa ser explicada. Por isso, aprendi mais uma vez a importância de não julgar o outro.
Que este texto te lembre de se acolher, de respeitar teu tempo e de não se comparar. Cada pessoa sente, reage e supera de formas diferentes. 🌱
Se tocou teu coração, compartilha com alguém que precisa ser lembrado de que está tudo bem não estar bem.
✨ Com carinho, Elis ✨
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Obrigado ☺️